Epidemiological Profile Of Children With External Ventricular Drainage

  • Alane Barreto de Almeida Leôncio
  • Thaís Grilo Moreira Xavier
  • Saionara Lenarda Oliveira Dantas
  • Cibério Ladim Macêdo
  • Andrea Valente Braga
  • Silvia Virginia Pereira do Nascimento Correia
  • Thaiany Batista Sarmento de Oliveira
  • Hérika Brito Gomes de Farias

Abstract

Objective: tracing the epidemiological profile, focused on infectious aspects, of children undergoing insertion of external ventricular drainage valve for the treatment of hydrocephalus.


Method: A retrospective, documentary and descriptive study of clinical and epidemiological approach with a quantitative analysis of the findings. The sample consisted of 53 children in a pediatric hospital of reference in the state of Paraiba in the period July 2009 to December 2014. For data analysis, non-parametric tests were used, and the chi-square test and Fisher test performed according to the statement.


Results: Among the 53 children who participated in our study, 49.1% (26) died. According to the causes found on the death certificate, 69.2% of the causes of death described relation to infection.


Conclusion: the high rates of CNS infections and other acquired infections, resulting in the deaths of children who underwent insertion of EVD valve, they are the result of a set of facts involving the care of a multidisciplinary team. The high incidence presented in the shunt study showed that changes and system remaining in the patient to a risk factor for infection.

References

1. Cestari VRF, Carvalho ZMF, Barbosa IV, Melo EM, Studart RMB. Assistência de enfermagem à criança com hidrocefalia: revisão integrativa da literatura. Rev enferm UFPE online, Recife, 2013; 5(especial):4112-18.
2. Bim C. Estudo experimental de sistemas de drenagem externa do líquido cefalorraquidiano. 2012. 89 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Engenharia Mecânica, Universidade Estadual Paulista, Ilha Solteira, 2012.
3. Estrach MFS, Lasaosa FJC, Matute SS, Quesada AG, Rico AP. Postoperatorio de tumores cerebrales en la unidad de cuidados intensivos pediátricos. Anales de Pediatría, 2009; 70(3):282-6, mar.
4. Mekitarian Filho E, Carvalho WB, Cavalheiro S. Manejo do paciente no período perioperatório em neurocirurgia pediátrica. Rev. Ass. Med. Bras., 2012; 58(3):388-396, mai.
5. Kliemann SE, Rosemberg S. Hidrocefalia derivada na infância: um estudo clínico-epidemiológico de 243 observações consecutivas. Arq Neuropsiquiatr., 2005; 63(2):494-501, jun.
6. Alcantara MCM. Cuidado clínico à criança com hidrocefalia: construção e validação de instrumento para a sistematização da assistência de enfermagem. 2009. 120f. Dissertação (Mestrado em Cuidados Clínicos em Saúde) – Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza. 2009.
7. Araujo ABS, Gusmão S, Magaldi M, Vanderlei AS, Cambraia MBR. Risk factors for infection in external ventricular drains. Arq. bras. neurocir., Belo Horizonte, 2013; 1(32):1-6.
8. Oliveira E, Oliveira R, Souto E. Infection related to the external ventricular shunt in a neurosurgery hospital. Rev. pesqui. cuid. fundam. (Online), [s.l.], 2013; 5(3):181-5, jul.
9. Pianetti Filho G. Válvulas em Neurocirurgia. In: Pohl FF, Petroianu A. (Org.). Tubos, sondas e drenos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. p. 1-574.
10. Alcantara MCM, Silva FAA, Castro ME, Moreira TMM. Características clínicas de crianças em uso de derivações ventriculares para tratamento da hidrocefalia. Rev Rene, Fortaleza, 2011; 4(12):776-82.
11. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Cirurgias com implantes/próteses: critérios nacionais de infecções relacionadas à assistência à saúde. Brasília, 2011.
12. Morais EAS, Rojas SSO, Veiga VC. Indicadores de saúde no cuidado ao paciente crítico neurológico. Rev Rene, [s.l.], 2014: 15(2):189-195, jun.
13. Cunha AH, Galvão B. Hidrocefalia na infância. Rev. bras. neurol. psiquiatr. [s. L.], 2014; 2(18):85-93, ago.
14. Mogrovejo EE, Reto PP, Bazán Q, Cabrera BQ. Complicaciones en el tratamiento quirúrgico de pacientes pediátricos con hidrocefalia operados en el Hospital Nacional Guillermo Almenara Irigoyen. Acta méd. peruana, [s. L.], 2011; 1(28):6-11, jan.
15. Jardim JM, Lacerda RA, Soares NJD, Nunes BK. Avaliação das práticas de prevenção e controle de infecção da corrente sanguínea em um hospital governamental. Rev Esc Enferm USP. 2013; 47(1):38-45.
16. Prates DB, Vieira MFM, Leite TS, Couto BRGM, Silva EU. Impacto de programa multidisciplinar para redução das densidades de incidência de infecção associada à assistência na UTI de hospital terciário em Belo Horizonte. Rev Med Minas Gerais. [s. L.], 2014; 24(6):66-71.
17. Guimarães AC, Donalisio MR, Santiago THR, Freire JB. Óbitos associados à infecção hospitalar, ocorridos em um hospital geral de Sumaré-SP, Brasil. Rev Bras Enferm. Brasília, 2011; 64(5):864-9, set-out.
18. FIgueiredo EG, Balasso GT, Teixeira MJ. Infecções em pós-craniotomias: revisão literária. Arq. bras. neurocir., [s. L.], 2012; 4(31):219-223, out.
19. Organização Mundial da Saúde. Manual de classificação estatística internacional de doenças, lesões e causas de óbito. São Paulo, 1980.
20. Oliveira AC, Damasceno QS, Ribeiro SMCP. Infecções relacionadas à assistência em saúde: desafios para a prevenção e controle. REME rev. min. enferm., [s. L.], 2009; 13(3):445-50, jul./set.
21. Turrini RNT, Santo AH. Infecção hospitalar e causas múltiplas de morte. J. Pediatr., [s. L.], 2002; 78(6):485-490.
Published
2017-03-19
How to Cite
BARRETO DE ALMEIDA LEÔNCIO, Alane et al. Epidemiological Profile Of Children With External Ventricular Drainage. International Archives of Medicine, [S.l.], v. 10, mar. 2017. ISSN 1755-7682. Available at: <http://imedicalsociety.org/ojs/index.php/iam/article/view/2427>. Date accessed: 25 sep. 2017. doi: https://doi.org/10.3823/2317.
Section
Neurosurgery